Nine

Postado em Uncategorized em fevereiro 9, 2010 por Carlos Corrêa

I’ll be waiting for you, with my legs open

# Existem musicais legal e tal, tanto os antigos (Cantando na Chuva) como os mais recentes (Across the Universe), mas vamos combinar que só de pensar em sair de casa ou mesmo de parar na frente da TV pra ver um musical já rola uma preguiça. Por isso, todo produtor/diretor que quiser fazer um filme assim tem que saber que está lidando com a imagem de um gênero que já sofre lá seu preconceito. Aí vem o Nine e de tão chato, tão ruim, te faz ter a certeza que tu vai pensar pelo menos umas dez vezes na próxima vez que pensar em ver um musical.

# O que é o mínimo que se espera de um musical? Hein? Hein? Músicas boas!!!! No entanto, quando no máximo UMA música de um filme de quase duas horas presta, algo está muito errado.

# Alô, seu roteirista. Se o teu filme é centrado em um personagem, faça o público ter um mínimo de empatia com ele. O personagem do Daniel Day Lewis é simplesmente um filho da puta, pronto. Tu vê ele se dando mal e não tem nenhuma pena. Eu pelo menos torci lindamente para que ele se fodesse muito.

# Não que ela esteja feia, não é isso. Mas houve um tempo em que a Nicole Kidman era uma DEUSA. Naquele filme do barco (Dead Calm) então, ela ruiva e crespa, era MEGA gostosa. Só que ela tomou o pé na bunda do Tom Cruise e se perdeu na estradinha. Começou a mexer tanto na cara que hoje em dia parece aquelas mulheres que tu não consegue nem dizer a idade porque todas parecem iguais. Todas com a mesma boca cheia de botox, a mesma testa, o mesmo sorriso. E pior, para o azar dela, tanto a Penelope Cruz como a Marion Cottillard e a Kate Hudson estão estonteantes em Nine. Na real, são o que salvam essa porcaria de filme.

# Não basta não cantar nada, ainda tá um bagulho, hein, Fergie?

Nine (2009) **

Sex in the City

Postado em Uncategorized em fevereiro 9, 2010 por Carlos Corrêa

I feel the same way as you feel about Botox. Painful and unnecessary.

# Sex in the City é daqueles filmes que, no fundo, tu não pode reclamar quase de absolutamente nada pelo simples fato que se tu parou pra ver, tu sabe o que vem pela frente. É fútil? É. Tem uma nesga de história? Tem. Só as mulheres vão ver algum sentido? Sim. As únicas cenas de nudez são de homens? Sim. Mas sinceramente, tu achava que seria diferente?

# A primeira metade, até ali o casamento, é ridícula. A segunda dá uma melhorada e salva a pátria. Ainda assim acho engraçado quando qualquer mulher diz se identificar com as personagens. Claro, a menos que quem diga tenha conta bancária suficiente para comprar qualquer coisa do filme, o que me custaria – por baixo – uns 3 ou 4 anos de trabalho.

# Uma família inteira moraria naquele armário que a mulher usa para guardar sapatos. E não me venham com outro nome para aquilo. É um armarião e pronto.

# Então quer dizer que a Sarah Jessica Parker, com uma roupa mais estranha do que a outra, é um modelo a ser seguido em termos de moda? Que beleza…

# Mais da protagonista. Se você for mulher e estiver lendo aqui, me tira uma dúvida. O legal é ser que nem ela? Mega independente no discurso, mas que precisa ser sustentada pelo ricaço? Só pra saber…

# A Kim Cattrall continua dando um belo caldo.

# Se eu sou o Secretário do Turismo do México, taco um processo no filme e não quero nem saber pelo lance da água no hotel.

Sex in the City ( 2008 ) ***

Atividade Paranormal

Postado em Uncategorized em fevereiro 4, 2010 por Carlos Corrêa
Well, basically it could be two things: it could be a ghost…
or it could be a demon

# Posso estar enganado, mas tenho quase certeza que a “tese” é do Hitchcock: o suspense é muito maior tu só ouvindo o tic-tac da bomba relógio embaixo da mesa do que vendo ela. Anos depois o Spielberg provou que isso estava certo quando fez Tubarão e só mostrou o bicho na segunda metade do filme. Em toda a primeira deixou que a nossa imaginação fizesse o serviço. Agora Atividade Paranormal vem nos lembrar que um filme de terror é muito mais eficiente quando ele cria um clima de tensão absurdo do que sustos baseados muito mais num áudio alto e na surpresa. Aqui, dá pra contar os sustos em uma mão só, e olhe lá. Mas não são esses os melhores momentos. Os mais tensos são quando coisas “pequenas” acontecem, como uma porta tremendo e um barulho que vem sabe-se lá de onde.
# A comparação, pelo custo da produção e o lucro depois, é com A Bruxa de Blair. Na boa, não tem comparação. Esse aqui é muito, mas MUITO melhor.
# Tudo bem que eu não sou muito parâmetro por ser meio cagão nesses assuntos. Mas o cara é muito tapado de ficar cutucando o demo o tempo todo, não?
# Demorou pra chegar por aqui o filme. Achei que fosse no máximo de 2008. Que nada, 2007 na cabeça.

Atividade Paranormal (2007) ****

Avatar

Postado em Uncategorized em janeiro 18, 2010 por Carlos Corrêa

I see you

# O primeiro filme que eu fui ver 3D era aquele Monstros vs. Alienígenas. Que é uma porcaria, diga-se de passagem. Mas que valia por saber tirar proveito do 3D. Logo na primeira cena, tomei um susto porque parecia que a bolinha de pingue-pongue do boneco tava saindo da tela. Mais adiante, uns talheres ficam flutuando e tu tem a impressão de que se esticar o braço pega eles. Corta para Avatar. A primeira cena, com os soldados saindo dos casulos/camas/seja lá o que for, realmente impressiona pela noção de profundidade. Só que… sei lá, vai ver era a minha expectativa, já que fui tonto o suficiente para acreditar que era o filme que iria revolucionar o cinema. E vamos combinar, não revoluciona chongas nenhuma.

# Sabe o que é? Por mais que o visual impressione, o problema é não se envolver com a história. O filme é bacaninha e tal, mas não dá pra levar muito a sério uma trama com bonecos azuis recheada de clichês.

# Ah, o papel do milico-mor é bom. É um dos poucos que tu sente alguma coisa a respeito. No caso, raiva.

# Pode não parecer, mas eu curti o filme. Só não adorei nem coisa do gênero.

Avatar (2009) ***

Deixe Ela Entrar

Postado em Uncategorized em janeiro 4, 2010 por Carlos Corrêa

- Er du verkligen tolv?
- Ja. Den er rättvis Jag har blitt tolv för en mycket lang tid time.

# Sério, o que aconteceu com os vampiros malvados que sumiram? Até o Tom Cruise, bem ou mal, era um vampiro malvado no Entrevista com o Vampiro. Daí veio a Buffy, depois o Crepúsculo e pronto, só falta agora Vamp passar de novo no Vale a Pena Ver de Novo. Deixa Ela Entrar é obviamente mais interessante que toda essa safra nova, mas que tá difícil do Bram Stoker ter um sono eterno calmo, ah está…

# Assim, não consegui ver a genialidade que uma galera viu no filme, mas sem dúvida Deixe Ela Entrar é muito bom, principalmente pela química do guri com a vampirinha e pelo ritmo da história, que não tem nenhuma pressa em contar tudo de uma vez só.

# Que cabelinho. Que roupinha. Era difícil a vida em Estocolmo nos anos 80 pelo visto.

# Eu tava achando o filme bacaninha, mas nada além disso. Até a cena da piscina. Essa sim a melhor do filme, tensa na medida certa, chocante na medida certa. Ali o filme para mim ganhou a quarta estrelinha.

# A cena foi rápida, o que me dá um desconto. Mas eu vi mal ou… ou… a… a… dela era na horizontal?

Deixe Ela Entrar ( 2008 ) ****

Californication – 3ª temporada

Postado em Uncategorized em dezembro 29, 2009 por Carlos Corrêa

I just want to tell you something

# São duas conclusões, mas dá pra fazer elas em qualquer ordem que não se está mentindo. Pode tanto ser “Californication continua sendo ótimo, mas essa terceira temporada, na comparação com as duas primeiras, ficou um pouco abaixo” ou “Na comparação com as duas temporadas anteriores, a terceira de Californication ficou um pouco abaixo, mas ainda assim continua ótimo”. Decide aí qual é a melhor para ti. Eu ficaria com a segunda, mas sou suspeito.

# Ontem li na internet – sorry, lembro o site – o que acredito que seja a melhor definição de Hank Moody: Peter Pan hedonista.

# Olhando agora, que a temporada terminou, até dá para fazer uma leitura de que tinha uma história ali, que ia devagarinho, mas ia. Mas vendo um capítulo por semana, a impressão é que a série tava virando meio que um Two and a Half Men, com episódios engraçados e tal, mas que se encerravam neles mesmo. Dois deles pelo menos foram engraçadíssimos: o que o amigo dele de NY vai pra LA (a cena da anã tomando ceva quente é a melhor da temporada) e o da confusão no apartamento.

# É preciso tirar o chapéu para o Showtime. O canal não tem medo de correr riscos ou de arriscar finais que não se encaixam no perfil happy ending – fora que conseguiram segurar a onda da série mesmo fugindo um pouco da questão casalzinho, já que a Karen aqui não aparecia todos os episódios. Não bastando terminar (no mesmo dia!) a temporada do Dexter com a morte da mulher do mocinho, eles ainda jogam Hank no fundo do fundo do fundo do poço. E ainda assim rendeu o melhor episódio da série até hoje, rivalizando só com o piloto da primeira temporada.

# Sempre achei engraçada a trama do Charlie e da Marcy, mas nessa temporada acho que eles se puxaram ainda mais. Tá cada vez melhor e mais divertida. Ah, injustiça se eu não lembrar aqui que a Becca também foi genial nesse ano.

# Pegando o gancho do episódio final, cá entre nós, qual era a culpa do Hank em ter comido a Mia na primeira temporada? Ninguém realmente acha que ela passava por menor de idade, certo? Fora que ele não estava com a Karen, que diga-se de passagem estava noiva. Entonces…

# Vou ficar em um exemplo só. Para quem já comeu a Surfergirl, o medidor de gostosas da terceira temporada deixou a desejar. Bastante.

Californication – 3ª temporada (2009) ****

Dexter – 4ª Temporada

Postado em Uncategorized em dezembro 28, 2009 por Carlos Corrêa

It doesn’t matter what I do, what I choose. I’m what’s wrong. This is fate

# Tem quem ache a primeira ou mesmo a segunda. Para mim, essa quarta temporada foi, disparada, a melhor de Dexter até agora. Não consigo, diga-se de passagem, pensar em outra série melhor em 2009. E isso inclui Lost e Californication.

# Eu nunca achei o Michael C. Hall ruim, mas também nunca achei nada demais como ator. Revi todos os meus conceitos a respeito disso nesse ano. O Dexter 2009 é o mais complexo de toda série até agora, equilibrando-se todo capítulo entre o lado serial killer, agora deslumbrado com o Trinity, e o lado família. E quando o desafio de Hall era justamente o mais complicado, mais ele destacou-se. Ponto pra ele.

# Aliás, o trabalho de Hall não foi o único a ganhar destaque nessa quarta temporada. Jennifer Carpenter esteve ótima e a cena dela quando a repórter assume que matou o agente Lundy é certo uma das melhores da série. O casal Laguerta e Batista também deu liga e o que poderia ser muito chato acabou rendendo uma trama interessante. Mas Dexter mostra pela segunda temporada seguida que chamar os atores certos para fazer as “participações” vale a pena. John Lithgow faz com que cada segunda que esteja na tela seja acima da média e o Trinity dele estabelece um padrão dos mais altos daqui para a frente no que diz respeito aos antagonistas de Dexter. Deu show.

# Bom elenco e uma trama interessante garantem, geralmente, um material de boa qualidade. A diferença é que o pessoal de Dexter não se acomoda em conseguir isso. É interessante perceber como a série é uma das que mais ousa atualmente na televisão. E não digo nem em relação aos temas, mas ousa em relação a si mesmo. Em várias situações tu para e pensa: “tá, agora não tem mais por onde eles irem”. E eles vão. É jusstamente não ter esse medo de arriscar que faz com que tenhamos a certeza de que vale a pena assistir a um episódio porque sabemos que não será uma hora de mesmice. O chocante final da temporada é a maior prova disso. Mas nem de longe é a única.

Dexter – 4ª Temporada (2009) *****

500 Dias com Ela

Postado em Uncategorized em dezembro 20, 2009 por Carlos Corrêa

- Did you ever even have a boyfriend?
- Of course.
- What happened, why didn’t they work out?
- What always happens? Life.

# 500 Dias com Ela é só o melhor filme feito em muitos anos. Tirando isso, não tem nada demais.

# O filme é da Fox Searchlight, mas se ao invés de passar no cinema, fosse um programa do Discovery Channel daria na mesma. Porque, você pode gostar ou não, mas as as coisas acontecem EXATAMENTE daquele jeito. E é por isso que 500 Dias é tão bom, porque é impossível que a pessoa não veja e não se identifique com uma das situações. Isso se não se identificar com trocentas ou sair da sala achando que o roteirista tem te espionado nos últimos anos. 500 Dias não é um romance, não vai achando que é uma comédia engraçadinha porque apesar de muito divertido, ele bota o dedo na ferida lindamente e, desculpa avisar, mas tu vai sair de lá pensando muito mais do que quando entrou. Todo mundo já foi o Tom da história e muito provavelmente, também foi a Summer (sem piadinhas, ok?). E é isso que te faz pensar tanto, te faz sentir aliviado e ao mesmo tempo culpado. Pra depois ficar aliviado e depois culpado e depois achar que é assim mesmo e ficar ou aliviado ou culpado. Pode mudar só a ordem.

# A Summer é mocinha ou é vilã? Eu e tu sabemos que nem uma coisa, nem outra. E é por achar ela FDP lá pelas tantas que depois a gente se sente idiota ao perceber que não, ela não tem culpa nenhuma de nada, fora que sempre jogou aberto. Essa é provavelmente a hora em que tu se coloca na situação do cara e se sente um idiota por ter acreditado que ou ia mudar ela ou que era papinho só. Meno male que vendo ela dar a real pro cara é confortante na medida que quem passou por uma situação parecida se sente um pouco menos culpado (ainda que não deva sentir culpa alguma na real, just happens).

# Em grande parte, é fácil (ao menos para os caras) se identificar com o carinha porque é uma barbadinha se apaixonar por uma guria como a Summer. Primeiro porque ela pode não ser de cair o queixo, mas é a Zoey Deschanel bem bonitinha e charmosa. Segundo, porque é divertida e inteligente. E terceiro, porque é muito mais fácil tu dar de cara com uma guria assim na vida do que com uma Pamela Anderson.

# A cena dele se imaginando no musical é legal, mas a mais fantástica de todas, a que vai ficar por muito tempo é a que divide a tela entre realidade e expectativa. Das melhores coisas que alguém já fez.

# Já sei, adorou a trilha e vai citar Smiths. Que Smiths o que, a trilha serve para que se descubra uma banda bacana como The Tender Trap, que estava escondida na Austrália. Vai e ouve Sweet Disposition aqui, depois a gente conversa.

500 Dias com Ela (2009) *****

Spread

Postado em Uncategorized em dezembro 13, 2009 por Carlos Corrêa

- It´s seven.
- It´s not seven.

# Imagino que a ideia era fazer de Spread o instrumento perfeito para que Ashton Kutcher virasse o cara mais fodalhão do cinema atual entre as mulheres. O cara passa pelo menos um terço do filme sem camisa e fazendo zoinho. Como o filme fracassou, o marido da Demi Moore não chegou lá.

# Não importa se é mocinho ou vilão, protagonista tem que ter carisma. E também não importa se o cara é um idiota ou ou FDP, um roteiro bem escrito e/ou uma boa atuação seguram as pontas direitinho. O Silêncio dos Inocentes tinha um canibal de protagonista e te prendia. Um Grande Garoto mostrava um cara que mentia que tinha filho só pra comer mães solteiras e era legal. O Ashton Kutcher de Spread é um babaca, um idiota, só isso. Não é um tanso que faz coisas tansas com boas ou ingênuas intenções, é um sanguessuga simplesmente. E pra completar, a namoradinha dele no filme é a mesma coisa.

# Ok, é difícil tirar leite de pedra com tantos clichês. A história do cara que se acha irresistível mas que toma um não, aí se apaixona pela guria do não e faz de tudo para mudar de vida meio que já cansou, não?

# A ideia era transformar o protagonista em um novo ícone da moda? Com aqueles lenços no pescoço e…e… suspensório?!?!?!?!

# A namoradinha vagabinha atende pela graça de Margarita Levieva e é muito gata, é verdade. Mas confesso que nesse aspecto me chamou muito mais atenção o quanto a Anne Heche, ex-Ellen DeGeneres, está absurdamente sensual e gostosa. Absurdamente.

# Ah, ponto a favor. TODAS as gostosas, mas assim TODAS, aparecem peladas.

# Quantas vezes eu preciso ganhar na Mega-Sena para ter aquela cobertura? Duas vezes só não adianta.

# Nojenta a cena do sapo, não?

Spread (2009) **

Crepúsculo

Postado em Uncategorized em dezembro 13, 2009 por Carlos Corrêa

You don’t know how long I’ve waited for you.

# Perdoai-vos, Bram Stoker. Eles não sabem o que fazem.

# Na boa, Crepúsculo é meio que nem o Beckham. Nem tão bom quanto os fãs dele acham, mas também longe de ser a bosta que quem não gosta acusa.

# Eles nunca são vistos quando tem sol, tem a vida inteira 17 anos, são mais brancos que anêmico em estado terminal e NINGUÉM desconfia de nada?

# É uma história teen. Então claro que é preciso dar um desconto. Se eu achar o filme ótimo, bem, então tem alguma coisa errada. E apesar de toda a caretice de Crepúsculo, vamos combinar que ele até que é indolor, dá pra ver sem maiores problemas. E o par de protagonistas segura a onda bem na boa.

# Daí a achar esse Robert Pattinson um galã, só uma descerebrada de 13 anos…

# Quer mudar um aspecto que já faz parte da mítica? Tenta ao menos mudar para melhor. Os vampiros não morrem mais com a luz do sol? Beleza. Mas daí a ficar douradinhos? O que? A luz do sol transforma o vampiro-emo em uma boneca pintada com purpurina dourada!!! Aí não dá.

# A autora da trilogia, Stephenie Meyer, rende, não?

# Cada geração tem a sua releitura de vampiros que merece. Eu ao menos nos anos 80 via Os Garotos Perdidos.

# A versão de Drácula de 1992, do Coppola, continua sendo a top-top quando o assunto é vampiro. Logo atrás vem o Nosferatu original, de 1933. Depois o resto.

Crepúsculo ( 2008 ) ***