- It´s seven.
- It´s not seven.
# Imagino que a ideia era fazer de Spread o instrumento perfeito para que Ashton Kutcher virasse o cara mais fodalhão do cinema atual entre as mulheres. O cara passa pelo menos um terço do filme sem camisa e fazendo zoinho. Como o filme fracassou, o marido da Demi Moore não chegou lá.
# Não importa se é mocinho ou vilão, protagonista tem que ter carisma. E também não importa se o cara é um idiota ou ou FDP, um roteiro bem escrito e/ou uma boa atuação seguram as pontas direitinho. O Silêncio dos Inocentes tinha um canibal de protagonista e te prendia. Um Grande Garoto mostrava um cara que mentia que tinha filho só pra comer mães solteiras e era legal. O Ashton Kutcher de Spread é um babaca, um idiota, só isso. Não é um tanso que faz coisas tansas com boas ou ingênuas intenções, é um sanguessuga simplesmente. E pra completar, a namoradinha dele no filme é a mesma coisa.
# Ok, é difícil tirar leite de pedra com tantos clichês. A história do cara que se acha irresistível mas que toma um não, aí se apaixona pela guria do não e faz de tudo para mudar de vida meio que já cansou, não?
# A ideia era transformar o protagonista em um novo ícone da moda? Com aqueles lenços no pescoço e…e… suspensório?!?!?!?!
# A namoradinha vagabinha atende pela graça de Margarita Levieva e é muito gata, é verdade. Mas confesso que nesse aspecto me chamou muito mais atenção o quanto a Anne Heche, ex-Ellen DeGeneres, está absurdamente sensual e gostosa. Absurdamente.
# Ah, ponto a favor. TODAS as gostosas, mas assim TODAS, aparecem peladas.
# Quantas vezes eu preciso ganhar na Mega-Sena para ter aquela cobertura? Duas vezes só não adianta.
# Nojenta a cena do sapo, não?
Spread (2009) **





















