Arquivo para novembro, 2007

Gol!

Posted in Uncategorized on novembro 30, 2007 by Carlos Corrêa

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Quantos filmes já foram feitos sobre jogadores de futebol americano, basquete, hóquei sobre o gelo e outros esportes, sem falar num monte de produções sobre boxeadores? Vários, né? Então estava mais do que na hora de aparecer uma melhorzinha sobre futebol que fosse um pouco mais fundo no assunto. Gol! não vai muuuuuito fundo, mas tem lá seus méritos. É honesto pelo menos, o que rende uma Sessão da Tarde sem maiores problemas.

A idéia original é fazer uma trilogia sobre a carreira de Santiago Muñez, um chicano descoberto por um olheiro inglês nos EUA que vai pro Newcastle, na terra da Rainha. No segundo filme, consta que ele vai pro Real Madrid e no terceiro para a seleção mexicana. Não há uma surpresa sequer nesse primeiro, o que no entanto não chega a estragar o filme. E por incrível que pareça nem mesmo a penca de situações absurdas é capaz de impedir que Gol! seja bem divertidinho.

Verdade que não precisa mais do que duas cenas para perceber que Kuno Becker tem tanta intimidade com a bola quanto um reserva da seleção sub-15 de Andorra. Cada vez que ele enquadra o corpo para cobrar uma falta parece que vai cair para o lado. Fora que não adianta, os caras ainda não descobriram uma maneira boa de se filmar o jogo de dentro do campo. Quando a câmera fica fora é uma beleza, ágil e tudo mais. Mas dentro, não dá. É sempre o jogador pegando a bola e atravessando o campo a dribles, o que todo mundo sabe que é surreal, mesmo tu sendo um Ronaldinho Gaúcho. Talvez sendo um Pato. De qualquer forma, alguém avisa o pessoal que nem o Robinho ou o Denílson driblam em tantas situações.

O que, surpresa, ajuda o filme são algumas das atuações (o jogador porra louca e o técnico, principalmente) e o fato de, mesmo superficialmente, o filme entrar em várias questões fáceis nesse mundo. Das festas ao deslumbramento dos primeiros jogos, passando pelos empresários que só aparecem nas boas e por aí vai. Ok, ajuda muito também o fato de a trilha ser bem boa – toca quatro(!) Oasis, incluindo a fantástica Acquiesce – e a mocinha (Anna Friel) ser muito gracinha.

Gol! não fica com o título e nem vai pra Libertadores. Mas se o resto da trilogia seguir assim (ó o trailer do segundo), pega uma vaguinha na Sul-Americana quem sabe.

O nome da frente na camisa é sempre mais importante que o de trás

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Trailer

Críticas

Cidade dos Sonhos

Posted in Uncategorized on novembro 26, 2007 by Carlos Corrêa

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Cidade dos Sonhos é o melhor filme feito nesses últimos tempos. Ponto.

David Lynch é um dos dez melhores diretores em atividade. Ponto.

Há filmes que causam uma boa, às vezes ótima, impressão a primeira vez que a pessoa assiste a eles mas que não resistem às seguintes. Cidade dos Sonhos faz parte do time que a cada vez fica melhor. Cada vez faz mais sentido. Cada vez fica mais evidente que no fundo não é uma história incompreensível. Pelo contrário. Mas claro, Lynch nunca entrega nada de mão beijada. Quer tudo mastigadinho, vai ver Michael Bay.

Lembro como se fosse hoje do dia que vi o filme pela primeira vez. Na saída do Guion, eu já comentava com a Mirella que tinha achado o filme fantástico. E olha que lá admito que boa parte da trama para mim ainda permanecia um mistério. No entanto, só a atmosfera criada pelo diretor já tornava esse Mulholland Dr. fantástico. Poucas vezes de uns tempos para cá uma produção conseguiu criar tantas cenas onde a ansiedade e a angústia são tamanhas que não há como não sentir medo. Não aquele medo de filme de terror, que é muito mais o susto mesmo. A trilha criada por Angelo Badalamenti parece assustar a cada nota. Resumindo, Cidade dos Sonhos dá medo. Dá medo na cena do mendigo atrás da lancheria, na cena do teatro, na cena do apartamento 17, na cena em que os velhinhos saem da caixa…

Se na primeira vez, o grande impacto é por tudo dito acima, nas seguintes se percebe como o trabalho do diretor é bem feito nesse filme. Na verdade, a trama não é óbvia mas não é nenhum prodígio em termos de originalidade. A forma como é contada é que faz toda a diferença. Não há nenhuma cena em vão. Tudo, absolutamente tudo tem uma razão e nada fica sem explicação. Pode até ser um daqueles quebra-cabeças de mil peças com figuras como urso polar na neve, mas se tu tiver saco vai ver que ele monta perfeitamente. Do mendigo ao café, do caubói ao telefone. Tudo. Quer ajuda? Ok, em português e em inglês. E se tiver mais tempo ainda, se diverte aqui com mais teorias. Ou aqui baixando os áudios.

Ah, a Naomi Watts. Está claro, tanto por aqui como pelo 21 Gramas que ela não é apenas linda, mas que é boa atriz, certo? Sob a batuta do Lynch, ela está perfeita, conseguindo transmitir com exatidão todas as nuances que a personagem exige, e não são poucas. Falar em premiação é algo pra lá de subjetivo, mas só pra ficar em termos de Oscar, que é o mais conhecido, vale lembrar que naquele ano entre as indicadas estavam Nicole Kidman pelo Moulin Rouge e Renée Zellweger pelo Diário de Bridget Jones. E Naomi Watts nem indicada foi. Sem mais, né?

Ah, sempre tome cuidado se você for assistir ao filme na casa da namorada porque sempre existe a possibilidade de o pai dela chegar exatamente na hora em que as duas personagens estão na pegação afu. Murphy, baby, Murphy.

Silencio. No hay banda

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Críticas

As Crônicas de Nárnia – O Leão, a Feiticeira e o Guarda-Roupa

Posted in Uncategorized on novembro 24, 2007 by Carlos Corrêa

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Não tenho nada contra o Harry Potter e acho a trilogia O Senhor dos Anéis uma das coisas mais chatas já feitas na história do cinema. Se os livros eram bons, não sei. Os filmes são um saco – e me lembra uma camiseta que vi lá no Pan, “Bored of the Rings”, genial. Ainda assim, desconfiava que podia gostar de um outro filme que tinha uma temática mais ou menos parecida, além do título mais longo dos últimos tempos, As Crônicas de Nárnia – O Leão, A Feiticeira e o Guarda-Roupa. Sim, eu sei, ele mais infantil que os outros dois citados.

Enfim, semana passada finalmente vi o dito cujo. Se a pessoa não tem implicância com filmes infantis e dá um desconto que as histórias têm que ser um pouco mais bobas, não é difícil ter simpatia pela produção. A guriazinha mais nova dos três irmãos não é necessariamente bonitinha, mas engraçadinha (o diminutivo cai sempre melhor pra falar de criança) o suficiente para que quando tu perceba, a trama já ter dado uma embalada. Ajuda também o fato de que não tem muita enrolação até eles irem para o tal reino de Nárnia.

Bom, feiticeiras, elfos, bichos que falam e a história vai numa boa até a parte final. Aí a minha convicção de que o filme era bom ganhou a companhia de uma pulga atrás da orelha. Não que eu não tenha gostado, até gostei. Só saí com a impressão de que rola um problema de identidade: As Crônicas de Nárnia não sabe que filme quer ser. Fica num meio de caminho perigoso, porque parece bobinho demais para o público acima dos 10 anos, mas assustador demais – criaturas como minotauros e outras bizarrices, além de algumas cenas de morte pesadinhas demais – para os que têm menos que 10.

Ainda assim, é bem divertido. Ou melhor, bem divertidinho.

Ah, ano que vem sai a continuação, Prince Caspian.

I´m telling you, there´s another land inside the wardrobe!

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Críticas

Transformers

Posted in Uncategorized on novembro 20, 2007 by Carlos Corrêa

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Os bonequinhos dos Transformers saíram lá fora em 1984. Para conseguir mais divulgação, decidiram aproveitar e lançar também em história em quadrinhos e em desenho animado. Por aqui, o desenho chegou em 1987, acho que dava na Xuxa, mas posso estar enganado. Eram legaizinhos e tal, mas nunca foram um fenômeno como, por exemplo, os Comandos em Ação, para a gente ficar só nos brinquedos de guri. Assim como o Capital Inicial, podiam muito bem ter ficado apenas como uma lembrança engraçada dos anos 80. Mas não, assim como o Capital Inicial resolveram ressuscitar o que estava enterrado. Nesse caso, transformar (sem trocadilhos) os Transformers em filme.

Todas as pessoas que viram o filme e vieram me falar, tinham falado bem, então é bem possível que eu é que esteja errado. O fato é que para mim Transformers é um dos filmes mais idiotas e chatos dos últimos tempos. Tudo bem que não vai se cobrar que uma produção assim seja verossímil, mas precisa ser tão ruim? Pelo menos o início podia ser melhorzinho, porque aí dava uma embalada. Mas ok, os robôs-sabe-se-lá-como-robôs vieram parar na Terra, beleza. Daí pra frente vem uma coleção de clichês para apresentar o protagonista do filme, Shia LeBeouf, que aliás, por algumas tiradas divertidas (o que é animador, já que ele vai estar no Indiana Jones novo), é uma das poucas coisas que sobra no filme – fora ele, tem as duas gostosas Rachel Taylor e, principalmente, Megan Fox. E tome explicações absurdas para nos colocar o carinha como o centro de uma disputa dos robôs-todos-iguais. Mas ok, no fundo é tudo pretexto para cenas grandiosas, batalhas barulhentas e visualmente bacanas. Só que nem isso o filme consegue entregar. Eu ficaria satisfeito se ao menos a transformação dos carros em robôs fosse daquelas de impressionar. Mas não, é comum. As batalhas idem, porque no fundo é um monte de ferro enroscado, mal dá pra saber quando é um robô ou quando é outro. Quando o carinha tenta salvar o robô-carro dele é pra ser a cena em que a platéia se “comove” com o robô. A maneira como isso não funciona beira o constrangedor. Só não é pior que o chá de moral que os robôs tentam dar, o novo e original “humanos são uma raça que ainda têm muito o que aprender… blablabla… a liberdade é um direito de todos… blablabla… eles não podem pagar por nossos erros” (dedo na goela). Chega. Como diria o Eto´o, “No más! No más!”.

Tudo isso poderia ser surpreendente se o diretor não fosse uma das grandes promessas desperdiçadas dos filmes de ação dos últimos tempos. Fui prestar atenção nele com A Rocha, que é bem bom. Só depois que fui ver Bad Boys, que ele tinha feito antes e também é bem interessante, como a continuação. Só que depois d´A Rocha, veio Armageddon, que já era meio chatinho, tanto quanto o tema principal, a chorosa I Don´t Want Miss a Thing, do Aerosmith, lembra? Nada comparado com uma das piores coisas já feitas, que ele nos entregaria depois, aquilo chamado Pearl Harbour. Mas Michael Bay não estava satisfeito com filmes decepcionantes, ele tinha que se superar. Então ele não apenas fez A Ilha, que também é muito barulho para esconder histórias bobas, como também fez o favor de negar o pedido da estrela do filme, Scarlett Johanson, de deixar que ela fizesse uma cena seminua porque fazia mais sentido. Não, ele preferiu não. Sim, não vimos os peitos de Scarlettinha não porque ela não quis, ela queria, mas porque ele não quis. Vacilão.

Michael Bay, pede pra sair.

No sacrifice, no victory 

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Críticas

16 de agosto – Um dia sem fim

Posted in Uncategorized on novembro 18, 2007 by Carlos Corrêa

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No embalo do Gigante, resolvi rever essa semana o DVD da conquista da Libertadores pelo Inter, 16 de agosto – Um Dia sem Fim. Uns 80 minutos suficientes para que ter certeza de que está no mesmo nível dos dois filmes do Grêmio: não é ruim, mas não vai muito além do “bacaninha”. É, sem dúvida, pior que o filme sobre a conquista do mundial pelos colorados. Nada contra torcidas em geral, mas tem depoimento demais de torcedor. E sendo assim, dificilmente a coisa vai variar muito, então não tem razão para botar trocentos caras falando da conquista porque vai ser tudo igual. Deixa que os jogadores e os envolvidos nela falem. E aquele “narrador” enrolado na bandeira não dá, não adianta, o cara não desce, soa forçado demais. Ele é colorado por causa do vermelho? Hein?

O mais curioso no filme é que a melhor parte não é o jogo, mas sim de toda a expectativa que girava em torno dele. Acho muito bacana a sacada de colocar a madrugada anterior, mostrar as ruas que no dia seguinte podem estar (e de fato ficaram) cheias para a festa – ainda que no documentário falte justamente essa festa. É aquela ansiedade que faz valer o filme, é ela quem consegue transmitir para um desavisado o que estava em jogo para o Inter. Pena que depois vira mais um especial de TV do que qualquer coisa. O Inter é campeão da Libertadores pela primeira vez na história e todos os bastidores que o filme mostra são alguns segundos do aquecimento e a entrada em campo? Meno male que aprenderam e melhoraram pra caramba no Gigante.

Ah, antes tarde do que nunca. Pô, não ter todos os gols da campanha vamos combinar que é foda, né?

Acho que chegou nosso dia, né?

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Gigante

Posted in Uncategorized on novembro 13, 2007 by Carlos Corrêa

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Chama a atenção o fato de o Brasil nunca ter conseguido produzir um grande filme sobre futebol. Se bem que se formos contar os grandes filmes no Brasil, independentemente do ponto central, faz sentido. Mas enquanto uma boa história de ficção envolvendo futebol não vem, a gente vai se virando com os documentários. Particularmente, o Rio Grande do Sul tem feito umas coisas legais. Mais particularmente ainda, Inter e Grêmio. Os azuis fizeram dois sobre o jogo que tirou o time da Segundona: A Batalha dos Aflitos é bem honesto, enquanto Inacreditável torra o saco de tão forçado. Aí o Inter ganhou a Libertadores ano passado e lançou Um Dia Sem Fim, também honesto, mesmo com umas barras meio forçadas. Então pra desempatar o Gre-Nal, Gustavo Spolidoro dirigiu Gigante – Como o Inter Conquistou o Mundo. É o melhor dos quatro. Deu Padre Cacique nessa decisão.

Por mais heróica que tenham sido as conquistas da Série B pelo Grêmio e da Libertadores pelo Inter, nenhuma em termos de história chega perto do que Fernandão, Iarley e companhia fizeram no Japão ano passado. Logo, nesse ponto a vantagem era colorada. E o filme não desperdiçou. Talvez não seja o tipo de produção pra ser vista no cinema – volta e meia eu tinha a impressão que a imagem ficava distorcida por estar tão grande -, mas para a torcida vale como mais uma experiência. Eu particularmente acho um saco gente falando no cinema, e não acho que comemorar gol ou título na sala escura sejam exceções, é chato igual, quebra o clima.

Futebol não tem lógica nenhuma, então é bom levar uma caixa de lenços, porque qualquer colorado vai chorar nos discursos do vestiário, na hora do embarque pro Japão, na hora da volta, na hora do gol e em outras várias cenas. Mas tudo bem, todo mundo que eu conheço que viu até agora disse que chorou, então vai tranqüilo. Por que ele é melhor que os outros três citados antes? Porque à exceção das irritantes vezes em que o atual presidente fala, no resto ninguém se preocupa em aumentar ainda mais o feito. Nem precisa. Ganhar do Barcelona com Ronaldinho, Deco e aquela turma toda já é por si só uma façanha. Então a grande sacada foi colocar os protagonistas falando e preencher com muitas imagens de bastidores, justamente o que faltava, por exemplo, no da Libertadores. Em duas ou três cenas fica claro que a liderança do Fernandão é decisiva e, surpresa, que a vitória não foi um aborto da natureza nem um golpe de sorte, mas fruto de uma estratégia armada meses antes e levada à risca pelo time. Talvez como documentário esse seja o grande legado do filme. Para o torcedor, no entanto, vale como muito mais, até porque resgata com perfeição o clima todo daqueles dias. Tanto que à medida que o jogo vai terminando, o nervosismo cresce. Tanto que já não se tem mais tanta certeza que aquela falta do Ronaldinho aos 40min do segundo tempo não vai entrar dessa vez…

Eles não são invencíveis

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Trailer

Poltergeist

Posted in Uncategorized on novembro 11, 2007 by Carlos Corrêa

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Quem manda não salvar os textos? Tava com esse quase pronto quando ontem faltou luz. Foi-se tudo. Paciência. Vamos de novo…

Depois de um certo tempo de um filme sendo repetido ano após ano, chega um ponto em que a maioria das pessoas (pelo menos até certa idade) acha que já viu o filme. Quando na verdade não viu. Isso porque assistiu a uma parte numa Sessão da Tarde, outra parte numa Tela Quente e assim vai. Aí se um dia senta pra ver o filme inteiro, chega à conclusão que nunca tinha visto todo. Então passa o tempo, esse filme deixa de ser repetido e então quem viu, viu, quem não viu azar.

Por que tudo isso? Para lamentar que uma galera da minha idade pra baixo saiba apenas superficialmente que há um filmaço como Poltergeist. Em qualquer lista dos melhores filmes de terror, é barbada achar produções como O Exorcista e O Iluminado, que são realmente dois puta filmes, ainda que ache Poltergeist melhor. Só que de uns tempos pra cá, tem gente que acha até O Chamado genial, quando é um filme que tem uma primeira parte interessante e a segunda uma baboseira só. Mas ok, gosto é gosto, né?

Reza a lenda que o Spielberg além de ter produzido o filme também o dirigiu, mesmo que a assinatura seja de Tobe Hooper. Verdade ou não, o fato é que Poltergeist dá medo já no trailer. A história da família que vê sua caçula sendo roubada pela “tv people” e atormentada por espíritos que aparecem do nada funciona em todos os sentidos. Tem uma grande parcela de terror psicológico, mas não abre mão de sustos e dos bons. E até mesmo cenas nojentas dão as caras. E bem nojentas. Não chega a ser o tipo de produção onde todas as atuações são boas ou ganham destaque, mas o clima todo da narrativa funciona. De quebra, a morte da guriazinha Heather O´Rourke alguns anos depois (por problemas intestinais) e da outra irmã do filme, Dominique Dunne (morta pelo namorado) – ambas enterradas no mesmo cemitério em Los Angeles – colaboraram para criar uma certa mística de maldito no filme. Pena que as duas seqüências não cheguem aos pés deste original, ainda que o pastor do segundo dê medo, mesmo parecendo o Zagallo.

Da série “impensável”… o papel que foi da loirinha chegou a ser cotado para Drew Barrymore. Mas o Spielberg deixou pra usar ela em outro filme, um tal de E.T…

Algumas questões só por curiosidade:

* Por que as crianças dormiam com um palhaço que já de dia dava medo?

* Por que a vidente, que é pra ser “do bem”, dá mais medo que os fantasmas?

* Por que nunca nos filmes as pessoas levam um mínimo em consideração os sinais dos cuscos?

* E, o mais intrigante de tudo, por que um dos assistentes da velhinha torce pro mengão?

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They´re here

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Trailer

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