Arquivo para julho, 2010

Fringe – 2ª Temporada

Posted in Uncategorized on julho 12, 2010 by Carlos Corrêa

Perhaps there are mysteries that are destined to remain unsolved

# Na média, essa segunda temporada foi muito mais regular do que a primeira. A impressão é que uma história central dessa vez acabou norteando os episódios do que na temporada anterior. Nunca esquecendo que os episódios “soltos” continuaram muito bons em termos de suspense e tal.

# Sempre desconfie quando os produtores ou algum responsável vem às vésperas do final e diz que “o final dessa temporada é de cair o queixo” ou algo assim. Quase sempre é bullshit. O season finale da primeira foi sim de cair o queixo. E ninguém precisou avisar antes. Foi tão, mas tão chocante que tu lamentava muito ter que esperar vários meses pra ver como aquilo ia continuar. Dessa vez, terminou, foi legal e tudo mais, mas tu pensa “tá, agora vai continuar assim”. E zero expectativa.

# Anna Torv cada vez mais ganha um lugar nesse humilde coração.

# O parceiro dela não fez nenhuma falta no final das contas, né?

# Walter Bishop está cada vez mais engraçado e genial. Quem segura a série, definitivamente é ele.

# Sei lá aquele episódio musical. Pra ruim não serve. Mas não façam mais, ok?

Fringe – 2ª Temporada (2009-10) ****

Eu te Amo, Cara

Posted in Uncategorized on julho 12, 2010 by Carlos Corrêa

Slapping the bass! Slappa da bass!

# Demorou, mas os estúdios se deram conta que podiam começar a fazer comédias mais bobas pro público masculino. Longe de serem comédias românticas, mas sem pesar demais a mão como os Porky´s da vida, que também têm o seu valor, mas enfim. A turma do Judd Apatow abriu caminho e a galera veio atrás na boa. O problema, ok, não chega a ser um problema, é que agora sempre que tu assiste um filme assim, como esse Eu te Amo, Cara, tu acha que é do Apatow.

# Esse protagonista é meio mãezinha, não?

# Rush é um saco, vamos combinar.

# I really hope that this was not the last one.

Eu te Amo, Cara (2009) ***

Educação

Posted in Uncategorized on julho 12, 2010 by Carlos Corrêa

– You seem to be old and wise.
– I feel old. But not very wise.

# Talvez se fosse feito umas décadas antes – ou se não vivêssmos numa década na qual impera a chatice do politicamente correto – e eu conseguiria me envolver mais com a história. Nesse caso, de cara se desconfia do relacionamento do cara com a guriazinha. Tu pode até não saber o que tem errado ali (e admito que não me liguei do que seria), mas tu sabe que em algum ponto vai dar merda. O que eu nao sei – e aqui não é crítica, é dúvida mesmo – é se a intenção do diretor é passar esse sentimento de que algo está por vir ou se é culpa do “contexto” mesmo.

# Não atrapalha a história porque a Carey Mulligan é boa atriz. Mas fica a dica: pesquisem mais e achem atores da idade certa. Botar uma guria de 22 pra um papel de uma de 16 não eras.

# Gosta dos filmes do Nick Hornby e ficou pilhado ao saber que o roteiro do filme é assinado por ele? Meu filho, esquece se tu vai esperando alguma coisa tipo Um Grande Garoto ou Alta Fidelidade. Não pode passar mais longe.

# Esse Peter Sarsgaard é um famoso quem. Aquele cara que tu já viu em vários filmes, mas nunca prestou muita atenção nele. Ok, talvez seja exagero meu, já que na real eu só me lembro dele do Garden State – não me conformo com Hora de Voltar. Sim. Ele era o amigo do protagonista.

Educação (2009) ***